Não
se tem ideia desde quando existe magia nestas terras, cada cultura,
cada raça, cada ser tem uma visão mais ou menos aberta a magia. Os
anões creem que tudo que não possa ser obtido pelas mãos,
como fruto do trabalho, é mágico; os haaquim chamam de magia
(ou feitiçaria, ou bruxaria) tudo que não entendem; os humanos
misturam este conceito com o de milagres ou feitiçaria (conforme for
bom ou mal); os elfos entendem que tudo veio da magia, pois a vida em
si é fruto de um poder que ser nenhum possui; os goblins e gnomos,
usam a magia com a mesma naturalidade da ciência…
A própria magia
provoca discussões entre seus adeptos, pois sacerdotes alegam usarem
da fé e não de mágica. Magos costumam menosprezarem qualquer
definição dada por outros, pois para eles existe a magia, um
conceito amplo e ligeiramente vago, que pode ser usado como uma forma
de definir a perfeição ou beleza de algo. Para os magos, até mesmo
um truque de ilusionismo pode ser rotulado de magia, para entreter os
espectadores. No entanto, os magos desenvolveram a teoria da MAGIKA,
como sendo um poder real e desconhecido, que precisa ser estudado e
dominado. Esta magika sim, é a fonte que opera feitos impossíveis e
que pode ser canalizada de várias formas, por isso existem as
ramificações: necromantes, feiticeiros, bruxos, magos encantadores,
invocadores, etc… ...a magika está possível em todos os
lugares, porém poucos conseguem despertar para sua existência e
alcançar um nível de sintonia com ela.
Assim, a história
de Nadezhda
tem mostrado como a magia (ou
magika) tem sido útil. Desde manipuladores poderoso com sede de
poder, a mesmo criaturas cuja própria existência desafia o
racional, tudo tem sido objeto de estudo de uma casta poderosa que
tenta desenvolvê-la e aprender a usá-la. Para isso, representantes
das mais importantes ordens concordaram que seria inútil e perigoso
desenvolver estes estudos em meio a leigos, e contrataram os anões
para a construção de um palácio no qual eles pudessem viver para a
magika. Surgiu a Torre Celeste.
Este
palácio tem uma beleza comparável às mais belas construções
élficas, apesar de terem sido feitas exclusivamente por anões.
Apesar de belo, o palácio se destaca pela sua aura singular, que
intimida qualquer estranho de se aproximar do local. O palácio se
localiza no centro do continente, e não
só abriga laboratórios, mas também bibliotecas e registros
históricos que não há em nenhum outro lugar.
O
palácio não possui um líder ou regente, mas um conselho de cinco
membros dos mais respeitados de toda Nadezhda.
Muitas decisões são feitas
em relação a magika, principalmente aquelas que envolvem uma
importância ética e moral, numa terra tão miscigenada.
“Em Nadezhda,
muitas coisas definem magia.” - Lord Mofidius, Guardião dos Livros











